31/08/2010

A morte do Jornal do Brasil

Este acontecimento tem dia: Hoje ! Terça, dia 31 de agosto.

Mas calma, quem irá morrer é o impresso, o Jornal do Brasil será 100% digital. Um tendência já anunciada pelo mercado. Minha opinião é que isso desperte em outros jornais uma certa migração para o digital.

Trazendo aqui para Sergipe, os principais jornais ainda não exploram o seu conteúdo digital como deveriam, mas acredito que num prazo não muito distante, isso aconteça. É o destino ! 

A última edição impressa do Jornal do Brasil circula nesta terça-feira (31); a partir de amanhã, dia 1º de setembro, quem quiser se informar pelo diário terá que assinar seu conteúdo online. Depois de conhecer o JB Digital, o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, sentenciou que ele prenuncia o futuro do Jornalismo: “todos os jornais deixarão o papel, transferindo-se para o meio digital”.

O jornal, que tem 119 anos de existência, chegou a ver sua versão dominical circular com tiragem de 230 mil exemplares na década de 1960. Na Redação do JB já passaram nomes como Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector e Manuel Bandeira, mas o acúmulo de dívidas trabalhistas e fiscais - que somam R$ 800 milhões - forçou a migração completa.

Em anúncio de duas páginas publicado na edição de 14 de julho, o jornal não dá pistas sobre os problemas financeiros. Ao contrário, diz que a mudança reflete o pioneirismo do JB: “O Jornal do Brasil, coerente com sua tradição de pioneirismo e modernidade, se coloca mais uma vez à frente do seu tempo. A partir de 1º de setembro de 2010, passa a ser o primeiro jornal 100% digital”.

O próprio Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assina um artigo na primeira edição sem tintas do diário, que teve alterações também no valor da assinatura, passando de R$ 49,90 para apenas R$ 9,90 mensais.

O pioneirismo, no entanto, não teve aceitação unânime por parte de seus colaboradores. O primeiro a deixar o jornal foi seu presidente, Pedro Grossi Jr. que, em carta aos diretores, comunicou seu desligamento. “Considerando que isto contraria a razão pela qual fui contratado, solicito, sem perda de meus direitos, que do expediente do jornal e de todas as revistas não conste mais meu nome”, pediu.

Mas o diretor do Jornal do Brasil, Humberto Tanure, está otimista com a nova fase e disse que poucas pessoas foram desligadas. “Vamos ter uma Redação com quase 100 pessoas, incluindo fotógrafos e diagramadores. Houve poucas demissões e contratamos gente jovem para a parte de tecnologia”, afirmou.

“A internet tem uma linguagem própria e vamos ser 100% internet, mas vamos manter nossa essência e a linha editorial mudará pouco”, explicou.

Fonte: Adnews



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[ Neu Oliveira ] [neu_oliveira_@hotmail.com] [Aracaju]
É lamentável que um jornal de grande renome tenha visto na tecnologia, uma forma mais adequada de se dar a notícia. Não que seja contra, pelo contrário, sei que é inevitável não aderir a novas tecnologias dos meios de comunicação. Mas, ainda defendo a originalidade e a história, afinal, o jornal foi o primeiro, e por muito tempo, o principal meio profissional do jornalismo.
Creio que caberia, sem problema algum, permanecer com o “antigo” dando continuidade à história da comunicação brasileira, e ao mesmo tempo, adequá-lo as novas tecnologias da informação, como muitos jornais já andam fazendo, sem deixar de lado sua verdadeira originalidade.

31/08/2010 11:15:00

RESPOSTA:
Neu, sua percepção é importante, porém com o avanço cada vez maior da internet, fica bastante complicado para os jornais manterem a sua estrutura offline. Diga-se de passagem a captação de anunciantes para jornal está cada vez mais escassa. Cada vez mais pessoas estão lendo menos jornal, isso é fato. O fato de manter a tradição de um veículo para preservar a história é um ponto delicado, pois se fosse dessa forma, por exemplo, as gravadoras manteriam o vinil, Cassete, enfim..a mudança é necessária. Acho que aqui em nossa cidade vai demorar um pouco a chegar, pois uma parcela de empresas e sociedade ainda sustentam o jornal e fazem valer a ostentação de estarem "estampados" na página. Quando começarem a partir para o custo/benefício, certamente essa rotina da mudança chegará aqui.

18/08/2010

Debate na internet vira sucesso mundial no twitter

O debate que reuniu três presidenciáveis na manhã desta quarta-feira (18) foi o assunto mais citado no Twitter. Promovido pelo jornal Folha de S. Paulo em parceria com o Portal UOL, o evento foi exibido pela internet.

A hashtag #debatefolhauol ocupou lugar nos Trending Topics do mundo, que indicam os termos mais mencionados na rede social. Além disso, hashtags como Marina Silva, Dilma, Favela Virtual (que se refere à cenografia utilizada em programa eleitoral do candidato José Serra) marcaram presença ranking de assuntos mais comentados em todo o mundo. 

O candidato Plínio de Arruda do Psol, que não foi convidado para o encontro, comentou o evento via Twitcam - ferramenta para transmissão de vídeos pelo Twitter. Arruda movimentou a rede e também alcançou os trending topics mundiais.

Os internautas usaram celulares, notebooks e iPads para visualizarem e tuitarem as informações referentes ao debate. Imagens em vídeo também foram disponibilizadas no Twitter, Facebook e salas de bate-papo UOL criadas especialmente para o encontro entre os candidatos.

Prestígio para poucos

Diferente do sucesso na rede virtual, os debates na televisão não tiveram tanta audiência. O encontro entre os presidenciáveis promovido pela emissora Band, no último 5 de Agosto, rendeu apenas 3 pontos de ibope.

O horário eleitoral gratuito, que entrou em cena nessa terça-feira (17), também derrubou os índices. A média de televisores ligados durante o período em que os políticos apresentavam seus programas foi de 61,8%. Na terça-feira anterior, essa porcentagem era de 66,7%.

O Ibope mostra ainda que as alterações na grade por conta do horário eleitoral mexem com toda a audiência dos canais. Na Globo, por exemplo, a minissérie ‘A Cura’ não conseguiu passar de 15 pontos (cada ponto equivale a cerca de 60 mil pessoas), sendo que, na terça-feira passada, quando estreou, marcou 20.
 

Fonte: Adnews com informações do UOL



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06/08/2010

Qual o perfil do profis. de planejamento digital ?

Caros leitores, nesta última semana tenho me deparado com uma situação um tanto inusitada: As eleições tem tomado uma grande parte dos tweets, sejam eles os candidatos ou fiéis seguidores e defensores da sua escolha política. Desta forma, um novo mundo começa a ganhar força: de que forma falar para estes eleitores ? Qual o melhor horário ? O que falam sobre a marca ?

Isto é tarefa para uma profissão que ganha espaço a cada dia, seja em agências ou até mesmo departamentos nas empresas: O Profissional de planejamento digital.

Mas o que tenho visto principalmente aqui em Sergipe é que qualquer um quer ser "o cara que cuida do twitter, facebook, orkut, blog". Na minha opinião este profissional é um mix de vendas com TI. Ele precisa entender de relacionamento, poder de marca, abrangência,  estratégia de comunicação e principalmente o objetivo que se quer atingir. Temos aqui em nosso Estado os dois perfis: O profissional que é só TI e o profissional que é só vendas, na minha opinão, um problema.

O Profissional de TI precisa entender que em vendas e relacionamento 1 + 1 pode dar 4 e o de vendas precisa entender que seu cliente, por exemplo, utiliza aplicações móveis, que estão junto a ele a todo momento.

Abaixo irei postar um artigo de um excelente profissional desta área, o Felipe Morais, que explica mais um pouco sobre o perfil deste profissional.

Os planners digitais usam técnicas de planejamento de comunicação conhecidas nas agências offline alinhadas a técnicas específicas de web e avaliam sempre a temperatura das marcas na web.

Por Felipe Morais

O crescimento da internet no mercado brasileiro vem gerando novos empregos no mercado digital. Se antes, as agências eram formadas pelo trio Atendimento, Criação e Tecnologia, hoje possuem profissionais de arquitetura de informação, gerenciamento de projetos, mídia, redatores, especialistas em redes sociais, usabilidade, links patrocinados, otimização de buscadores, além profissionais especializados em determinadas linguagens tecnológicas, como PHP, ASP ou Flash.

Enfim, a web trouxe novas profissões ou especializações para o já tão saturado mercado publicitário.

Um dos profissionais que vem ganhando muito espaço no mercado de agências é o profissional de planejamento digital, ou como eu prefiro chamar, planejamento estratégico digital.

Os profissionais de planejamento, ou planners digitais, usam técnicas de planejamento de comunicação conhecidas nas agências ?offline? alinhadas a técnicas específicas de web. Em meu livro Planejamento Estratégico Digital (Editora Brasport) eu explico como surgiu e se desenvolve essa nova disciplina dentro das agências, importantíssima para fazer o trabalho de pesquisas, análises, entender o perfil do público-alvo, entender o problema de cliente e traduzir tudo isso em estratégias digitais que liguem a marca ao consumidor.
Mas qual o perfil desse profissional?

Planners são responsáveis por descobrir os problemas da marca dos anunciantes. Entendem o que os consumidores desejam das marcas, descobrem se a promessa das marcas está sendo condizente com o que os consumidores desejam.

Planners descobrem uma solução estratégica para o cliente; são profissionais que entendem de estratégias, dos caminhos que devem ser traçados para atingir os objetivos do cliente.

Os planners que desejam apenas cumprir os objetivos precisam rever sua maneira de pensar, pois é sempre importante trazer para o cliente mais do que ele espera. Planners são eternos insatisfeitos com os resultados. Sabem que podem conseguir sempre mais. E buscam isso.

Planners pesquisam tudo: concorrência, comunicação, público-alvo, mercado, tendências, novas tecnologias, novas mídias, consumidores, empresa. Geram relatórios e relatórios de dados sobre todas ? e outras ? pesquisas. Um papel fundamental do planner é transformar esses dados em informação relevante.

A inteligência do profissional é sua única ?ferramenta? no auxílio dessa transformação. Essas informações serão a base para a construção das estratégias para o cliente; serão também importantes para gerar um briefing criativo que inspire a criação a fazer um trabalho excepcional baseado no planejamento estratégico digital.

Planners inspiram a criação, acham caminhos que melhoram a criação. Não criam, apenas dão ferramentas para os criativos.
Ênfase no conteúdo

A comunicação para o público-alvo deve ser sempre relevante e diferenciada, afinal, todo o consumidor é impactado por diversas mensagens. Um homem de 25 a 30 anos, classe A, morador de São Paulo pode ser alvo de dezenas de marcas; logo sou impactado pela grande maioria delas.

Mensagens relevantes e diferenciadas prendem as pessoas. Essa qualidade na mensagem é papel do planner e quando falamos de internet então, é sempre importante dizer que conteúdo é um dos fatores mais importantes dessa ferramenta.

Os planners digitais devem se preocupar muito com esse conteúdo. Ele deve ser relevante, ou o usuário fecha o browser ou digita outra URL.

Planners enxergam mais longe, pois são eles que fazem as pesquisas; assim têm uma visão mais abrangente do que está acontecendo, do que estão falando e como agir. Informação é tudo.

Publicitários possuem ?feeling?, entretanto não se pode fazer uma campanha baseada em ?eu acho que…?. Feelings são importantes para iniciar possíveis estratégias, possíveis caminhos. É um bom começo de conversa, mas as pesquisas  embasam o planejamento.

Quando necessário, planners, mudam os rumos da empresa, afinal são eles que estão constantemente avaliando as marcas no ambiente em que estão e propondo mudanças para melhorar as vendas: Toda empresa quer sempre vender mais. Mais vendas = mais lucros.
Avaliam presença da marca na web

É importante entender o que o consumidor espera de um site e como ele entende essa presença da marca na internet. O consumidor está cada vez mais no poder, quer ouvir e ser ouvido. É muito importante que os profissionais de planejamento acompanhem diariamente o que as pessoas estão falando das marcas; nunca é demais lembrar que uma comunidade no Orkut ?Eu odeio marca X? pode acabar com anos e anos de estratégias de marketing das empresas.

O ?boca-a-boca? ainda é a melhor estratégia de comunicação de um produto, pois as pessoas confiam mais no vizinho indicando uma marca do que no comercial de 30 segundos no Jornal Nacional, mídia mais nobre da TV brasileira.

A chamada web 2.0 potencializou esse boca-a-boca. Hoje qualquer um, com acesso a web ? seja de casa, trabalho, lan house ou faculdade ? pode montar um blog, um perfil no Orkut, no Facebook, ter um MSN e possuir 300 seguidores no Twitter. Ao mesmo tempo.

O meu blog, por exemplo, possui em média 80 acessos/dia. Se eu coloco que a marca X é ruim ou seus serviços são ruins, posso não influenciar as 80 pessoas, mas com certeza serão 80 potenciais consumidores da marca que ficarão com a ?pulga atrás da orelha? antes de consumir essa marca ou esse serviço. Recentemente postei algo sobre um serviço de TV a cabo e o pessoal do relacionamento da operadora entrou em contato comigo, pois leu o que eu escrevi.

O livro aborda como as empresas podem trabalhar melhor essas redes sociais, pois esse é um papel fundamental do planner entender como influenciá-las em prol das marcas ou saber trabalhar as comunidades.

A Coca-Cola por exemplo, possui uma comunidade com mais de 600 mil usuários, chamada “Eu Amo a Coca-Cola”. As empresas não podem, jamais, fechar os olhos para 600 mil consumidores que afirmam que amam tal marca. Eu pertenço a essa rede social e até hoje jamais fui impactado por qualquer comunicado da Coca-Cola. Por que será?

O planner é uma peça fundamental dentro das agências para que os projetos digitais possam ter mais sucesso, pois são responsáveis por entender o que as marcas prometem diante do que os consumidores desejam e transformar isso em estratégias que liguem essas marcas a esses consumidores.

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/06/25/o-perfil-do-profissional-de-planejamento-digital/



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01/08/2010

Marcas ainda não aparecem no Twitter

Estudo da agência 360i revela que 10% das mensagens do Twitter são publicadas por empresas

Atenção marcas: Os usuários do Twitter não estão falando com você ou sobre você. Na verdade, eles mal sabem que você existe. Essa é uma das conclusões de uma análise de seis meses conduzida pela agência digital 360i.

Podemos dizer que as empresas estão do lado de fora da conversa entre os internautas no microblog. cerca de 90% das mensagens enviadas pelo Twitter são feitas "por pessoas reais" - os outros 10% vêm de empresas - sendo que 12% nunca mencionam a marca.

Além disso, apenas 1% dos tweets dos consumidores que mencionam a marca fazem parte de uma conversa em curso com a marca, ou seja, os comerciantes são, na maioria das vezes, uma parte da conversa.

As marcas mais mencionadas no Twitter tendem a estar lá porque elas fazem parte de uma conversa diária. As marcas mais mencionadas são, em ordem decrescente: Twitter, Apple, Google, YouTube, Microsoft, Blackberry, Amazon, Facebook, Snuggie, eBay e Starbucks.

A boa notícia para as marcas é que quando um consumidor não menciona no Twitter, eles normalmente não estão se queixando. Apenas 7% dos tweets que citam as marcas são de sentimento negativo, 11% positivos e 82% neutro.

Fonte: ProXXima



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[ Tiago Simões ] [tiago@sucessoagora.com] [Bebedouro, SP. Brasil]
Creio que a maioria das empresas não sabem usar as redes sociais.
Não adianta ficar enviando mensagens para o Twitter, por exemplo, com propaganda sobre o seu negócio.
O mais importante é criar um relacionamento verdadeiro com as pessoas e só depois mencionar alguma coisa.
É o que tenho feito em meu trabalho e dado muito certo.
Um abraço e parabéns pelo blog.

Tiago C. Simões

04/08/2010 10:29:32


[ Tiago Melo ] [tiago.melo.ufs@gmail.com] [Aracaju, SE, Brasil]
As empresas ainda engatinham quando o assunto é relacionamento com o cliente pela internet. Uma boa parcela até desconhece o twitter sem imaginar que estão perdendo uma grande oportunidade de fortalecer a sua marca diante de seus clientes. Uma pena porque quem apostou nesse idéia vem colhendo bons frutos.

01/08/2010 15:07:50


27/07/2010

Redes sociais: O novo terreno das montadoras ?

A Land Rover realizou ao vivo o lançamento do novo Ranger Rover no Facebook, pelo site oficial da marca e por outros 110 grandes portais da web especializados em automóveis. A ação foi acompanhada por mais de 700 mil pessoas até a manhã seguinte ao lançamento. Dias depois, o número de acessos ao vídeo do evento ultrapassou a marca de 1,8 milhão.

No Twitter, o termo ‘Range Rover' foi um dos mais twittados da Inglaterra durante a noite de lançamento do novo veículo. No mesmo período, cerca de 6.400 posts e comentários positivos foram registrados na página da Land Rover no Facebook. Ao mesmo tempo, o Google reportou mais de 400 matérias publicadas sobre o assunto, que geraram inserções em mais de 7 mil blogs.

"Nós estamos bastante honrados em saber que o lançamento do novo Range Rover Evoque gerou tamanha repercussão. É muito importante alcançarmos uma boa audiência online. Sem dúvida essa foi uma maneira bastante inovadora que encontramos para apresentar o modelo", afirma Phil Popham, diretor geral da Land Rover.
 

A Ford acaba de lançar o Explorer 2011 no Facebook (Ford Explorer). Na página os internautas assistiam a um vídeo por meio de hora marcada. A montadora espera gerar uma grande conversação entre os consumidores, os executivos e os engenheiros responsáveis pelo novo Explorer. A página Ford Explorer no Facebook possui mais de 49 mil pessoas, informações sobre o carro e diversos vídeos.

 

 

Fonte: Proxxima

 

Minha opinião:

Vou me reservar no direito de comentar o caso ressaltando o nosso Estado, Sergipe.

As empresas sergipanas começam a ensaiar uma entrada mais forte nas redes sociais, tenho visto construtoras, salão de beleza, restaurantes e claro, empresas de tecnologia. O que me chama a atenção é que a grande maioria delas, assim como algo que nasce repentinamente, estão entrando na onda do "Maria vai com as outras".

A inclusão da empresa no cenário das redes sociais deve-se partir do princípio que ela esteja apta a ouvir críticas, elogios e sugestões, coisa que boa parte delas, sequer respondem a emails. Então, o que fazer ?

No último sábado participei de uma discussão para o planejamento de mídia e relacionamento de uma empresa sergipana com mais de 10 anos de mercado, leia-se que a empresa lida com tecnologia, seja ela em equipamentos ou fornecimento de serviços. As lamentações que mais ouvi: "O cliente compra mas não sabe o que quer", "Esse negócio de redes sociais não vai pra frente, a pessoa pode ser o que quiser em seu perfil", "Investir em internet não dá retorno" e outras bombas de Hiroshima a mais.

O que pude notar é que a companhia passa por um problema de fluxo de informação, atualmente centralizada e sem tomada de decisão perante os demais colaboradores. A empresa possui o site mas não consegue captar oportunidades que são geradas através dele, tudo isso é algo normal, cultural e retrato de mais de 80% das empresas sergipanas. A boa notícia é que mercado para atuação não vai faltar tão cedo, haja trabalho !

Claro que nas redes sociais podemos ser quem quiser ser, porém com uma grande diferença: nada se sustenta pra sempre. O grande diferencial nisso tudo é fazer que o consumidor fale pela sua marca, eis aí o grande segredo do relacionamento, falar de nós é muito fácil, deixem que fale por você.

Bem verdade que os comentários negativos precisam ser filtrados e analisados, o que não falta é gente falando mal e denegrindo a imagem, seja ela com ou sem razão, cabe ao profissional saber lidar com tudo isso. Também acontece na vida real, não se engane !

Vai chegar um momento em que a empresa terá que estar presente no contexto das redes sociais, aquelas que não se declinarem neste sentido, ficarão de fora ou até mesmo fecharão suas portas.

Então, antes de dizer que as redes sociais não dão resultados, verifique a comunicação de sua empresa com o cliente, a base é o relacionamento.
 



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23/07/2010

Comentários indesejados em sites e blogs

Confusões como a do Google com a Justiça por causa do Orkut não são exclusividade brasileira. Sites internacionais também sofrem com o mal uso de suas ferramentas e começam a tomar medidas para não ter mais problemas por causa de seus leitores.

Para tentar evitar que comentários indesejados sejam publicados em seus sites, dois jornais americanos resolveram alterar a forma de acesso. As mudanças vão desde o cadastro prévio do usuário até a cobrança pelo uso da ferramenta.

A partir de 2 de agosto, o Buffalo News, de Nova Iorque, passará a bloquear o acesso anônimo à área de comentários, que, segundo a editora do jornal, Margaret Sullivan, muitas vezes serve como palco para ações sexistas ou racistas. "É a capacidade de manter o anonimato que encoraja as pessoas a dizer o que eles querem (...) quando as pessoas são obrigadas a dar seus nomes, nosso pensamento é que eles vão pensar duas vezes", disse Margaret, em entrevista à CNN.

O The Chronicle Sun, de Massachusetts, tomou uma atitude mais radical. Desde 7 de julho, para comentar as notícias do site, o leitor tem de pagar. Para isso, é necessário fazer um cadastro que inclui o número do cartão de crédito. O usuário precisa desembolsar US$ 0,99 (cerca de R$ 1,75) para se cadastrar no sistema do site, e seu nome aparecerá em todos os comentários que ele fizer.

"Não posso garantir que isto vai funcionar, mas eu tenho certeza de que pode melhorar a linha do discurso e, certamente, trazer um pouco de responsabilidade e coerência", disse o editor do Chronicle, Mike Kirby.

No Brasil

Aqui no Brasil, o Google se viu surpreendido com a ameaça de interrupção do Orkut por causa do conteúdo da rede social mais popular do país. Na quinta-feira da semana passada (15), a Procuradoria-Geral do Rio de Janeiro entrou com uma ação civil pública contra a companhia que, segundo os promotores, se tornou "palco de condutas ilícitas e criminosas". Foi apresentada uma série de mudanças a serem aplicadas no site em um prazo de 120 dias, sob pena de multa diária R$ 100 mil.

Para combater esse tipo de problema, o deputado federal Gerson Peres (PP-PA) apresentou, em 14 de abril, o Projeto de Lei nº 7.131, que pretende regulamentar os comentários postados em blogs brasileiros.

O deputado sugere que os blogs sejam obrigados a moderar todo o conteúdo postado por leitores, assim como se responsabilizar por comentários postados em anonimato. E o não cumprimento das normas resultaria em multa de até R$ 10 mil reais.

A proposta também exige que todos os blogueiros brasileiros sejam filiados ao Registro.BR, pois, assim, teriam seus dados pessoais cadastrados, como RG e CPF. (Veja o projeto em PDF).

Com informações da BBC

Redação Adnews



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18/07/2010

As 5 fases das redes sociais

Toda época de revolução é um período de profundas mudanças de paradigmas, trazendo inúmeros desafios e oportunidades. As transformações do cenário social e de negócios nos últimos anos têm causado uma verdadeira revolução. Quem consegue perceber a transformação e abraçar rapidamente o novo paradigma costuma se tornar um vencedor no novo cenário. Aqueles que ficam presos aos paradigmas anteriores, resistentes às mudanças, geralmente entram em decadência e sucumbem.

 
Paradigmas são conjuntos de regras e regulamentos que empregamos para estabelecer limites, e que nos ensinam sobre como proceder dentro destes limites, para que sejamos bem-sucedidos. Um jogo é um paradigma, tem suas regras, e os vencedores e perdedores são determinados em função de quem é mais bem sucedido no uso dessas regras. A ciência está repleta de paradigmas.

O ciclo do luto (ou do sofrimento) é um modelo criado pela Dra Elisabeth Kübler-Ross nos anos 60 para explicar os estágios emocionais que um ser humano passa diante de uma perda ou trauma que cause sofrimento. Os estágios são cinco, e acontecem na seguinte ordem: Negação, Raiva, Negociação, Depressão e Aceitação.

 
Uma das principais mudanças de paradigma que temos enfrentado no marketing (e que têm causado sofrimento a muitas empresas) são as mídias sociais. Alavancadas pelas tecnologias e plataformas digitais, as mídias sociais explodiram recentemente e trazem consigo regras próprias, novas regras.

 
Enquanto nas mídias tradicionais a relação vigente era empresa-consumidor/pessoa, no marketing de mídias sociais a relação determinante é pessoa-pessoa. Um modelo completamente diferente do que se tem praticado nas últimas décadas. Por isso vemos tanto interesse pelo assunto “mídias sociais” – todo mundo está tentando aprender a jogar o novo jogo.

 
Para tanto, estamos todos passando pelos cinco estágios do sofrimento, até conseguirmos alcançar o novo paradigma das mídias sociais que está se delineando. Logicamente, alguns passam da negação para aceitação de forma muito mais rápida do que outros, mas de algum modo, todos passaram, estão passando ou passarão por esses cinco estágios:

 
1. Negação

As empresas/pessoas não acreditam no novo paradigma, negando-o ou desprezando-o. Declarações típicas desse estágio são: “Mídia social é uma moda passageira”, “Mídias sociais não vão afetar o nosso negócio”, etc.

 
2. Raiva

Empresas/pessoas nesse estágio começam a perceber que algo está realmente mudando e que o novo paradigma está impactando o mercado, mas se sentem revoltadas com a mudança. Frases características dessa fase são: “Não pode ser que essa moda das mídias sociais realmente dure”, “Estava indo tudo tão bem, não é justo ter mudar tudo”, “Meu negócio está ótimo, por que tinha que acontecer isso?”, etc.

 
3. Negociação

Nessa etapa, as empresas/pessoas já sabem que as coisas mudaram, mas apesar disso, continuam resistentes tentando encontrar um caminho ainda usando e/ou negociando com o paradigma anterior, que já não funciona bem. Pensamentos desse estágio são: “Podemos continuar atuando como fazemos por mais alguns anos”, “Quanto tempo ainda podemos manter nosso modo de atuação com mídias tradicionais?”, “Vamos continuar tentando por mais um tempo”, etc.

 
4. Depressão

Nesse estágio, as empresas/pessoas se conscientizam de que não vão mais conseguir agir como antes, que o novo paradigma precisa ser considerado no ambiente de negócios, mas ficam desesperadas porque não sabem como atuar no novo cenário. É o estágio da desesperança. Frases típicas dessa fase são: “Estamos despreparados. Não temos como vencer nesse novo cenário”, “É impossível atuar nas mídias sociais, não temos controle e não sabemos como vencer”, etc.

 
5. Aceitação

Depois de passar pelas fases anteriores, as empresas/pessoas atingem esse estágio – elas finalmente compreendem e aceitam as mudanças do novo paradigma e acreditam que poderão atuar no novo cenário e tudo acabará bem. Declarações características dessa fase são: “Existem riscos, mas também muitas oportunidades nas mídias sociais”, “Como aprender as novas regras para atuar nesse novo cenário?”, “Quais modificações precisamos fazer para termos sucesso?”, “Que habilidades, estratégias, plataformas precisamos desenvolver para integrar as mídias sociais às nossas ações de marketing tradicional?”, etc.

 
Depois do estágio da aceitação, muitos passam a ser defensores ferrenhos do novo paradigma, abraçando-o totalmente. Você provavelmente já viu isso acontecer várias vezes, como com a internet, blogs, etc. Mais cedo ou mais tarde, todas as pessoas e empresas enfrentarão as mudanças que as mídias sociais têm trazido e passarão pelos estágios do sofrimento até o amadurecimento do mercado e consolidação do novo paradigma.

 
Em que estágio sua empresa está? Quanto mais cedo enfrentar esse ciclo, mais preparada para o novo jogo ela estará.
 
Texto de Martha Gabriel
Fonte: IDG Now


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13/07/2010

Nike apela para seleção Adidas

Após "amaldiçoar" as seleções que apoia, a empresa de material esportivo Nike decidiu lançar um comercial de TV sobre a campeã mundial Espanha. A Fúria, no entanto, é patrocinada pela concorrente Adidas - o que não impediu a ação publicitária.

Antes do Mundial, a Nike lançou a campanha "Escreva o futuro", com astros das seleções que patrocina, como Cristiano Ronaldo (Portugal), Robinho (Brasil) e Rooney (Inglaterra). Porém, nenhum destes teve destacado papel na África do Sul.

Após a eliminação dos jogadores em que apostou, a empresa lançou outro comercial, apenas sobre a seleção holandesa. A maldição, então, voltou a aparecer: a Laranja Mecânica acabou derrotada na decisão pela Espanha por 1 a 0, com direito a atuação marcada pela violência em campo

 

 

Por fim, a Nike decidiu não correr mais riscos. Colocou no ar um anúncio apenas com jogadores da Fúria, em que se valoriza o toque de bola e o controle de jogo dos espanhóis. O nome da seleção não é citado, mas está implícito.

 

Com informações: Yahoo Esportes 

Minha opinião:

Acabou a Copa 2010, a Adidas saiu campeã, agora a Nike não erra. Será ? Ou o que pode vir depois ?



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12/07/2010

TV paga cresce 40%, diz Ibope

O IBOPE Mídia lança a 17º edição da PayTV POP, pesquisa realizada desde 2000, que oferece um mapeamento completo sobre a TV por assinatura no Brasil. Considerado um importante meio de comunicação no mercado publicitário, a posse de TV por assinatura cresceu 40% entre 2009 e 2010.

Entre os assinantes, 75% estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o serviço e mais da metade pretende permanecer com a mesma operadora e pacote de canais. A tecnologia HDTV é desconhecida por 20% dos entrevistados que têm TV por assinatura. Já entre os que não possuem esta tecnologia, 18% declaram interesse em contratá-la.
 
“Um resultado que se destacou nesta pesquisa foi o crescimento da posse de TV por assinatura na classe C: 33% entre 2009 e 2010”, avalia Ana Monteiro, gerente comercial do IBOPE Mídia.
 
Neste ano, o estudo traz novidades como nível de conhecimento dos serviços de gravadores de vídeo digital (DVRs) e televisão de alta definição (HDTV), acesso simultâneo a TV paga e internet, preferência entre programação dublada ou legendada e interesse em assinatura de pacote de alta definição.

Os resultados deste estudo permitem ao cliente acompanhar as tendências do meio, oferecendo análises como avaliação dos pacotes de canais, satisfação com a operadora de TV por assinatura, interesse em contratar um serviço somente para melhorar a imagem dos canais abertos etc.
 
Metodologia

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 31 de março de 2010 em 11 mercados: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador,  São Paulo e Porto Alegre. Foram entrevistadas mais de 17 mil pessoas acima de 10 anos.

A 17ª Pay TV Pop está disponível para aquisição no site www.ibope.com.br

Fonte: Adnews



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10/07/2010

Adidas X Nike na final da Copa 2010

Quis o destino que a final da Copa do Mundo FIFA 2010 fosse decidida por duas seleções que jamais foram campeãs e são de marcas concorrentes de material esportivo.
 

De um lado, a criadora da famosa Jabulani, a marca oficial de material esportivo da Fifa, Adidas. No outro, a marca que criou a curiosa campanha publicitária "amaldiçoada", para quem não se lembra, a Nike criou a campanha "Escreva o Futuro" que utilizou vários atletas, curiosamente todos não obtiveram êxito e uns foram eliminados inclusive na primeira fase da Copa. Mas com isso, a Nike conseguiu a liderança nas mençoes em Redes Sociais, conseguindo ultrapassar a sua concorrente, mesmo não sendo patrocinadora da competição.

Neste domingo, dia 11 de julho, todas as atenções do mundo estarão voltadas para a África do Sul. Ao longo das 64 partidas, estima-se que a audiência global chegue a 30 bilhões de telespectadores, segundo estudo realizado pela consultoria Crowe Horwath RCS.

E aí ? quem vence essa batalha de marcas ? Adidas ou Nike ? Um pergunta para o polvo Paul e o periquito. Quem arrisca um palpite ?



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